Começamos o desenvolvimento do Melos 2
A próxima geração da rota rápida do Giorgio começa com uma meta clara: menos latência e custo sem transformar velocidade em superficialidade.
Por que um Melos 2
Thesis 2 está sendo construído para tarefas em que contexto, verificação, ferramentas e execução prolongada justificam mais compute. Isso deixa um espaço importante para um modelo complementar: rápido o suficiente para permanecer no fluxo, mas disciplinado o bastante para não transformar toda tarefa curta em um chute.
Objetivos de arquitetura
- roteamento de ferramentas nativo e barato, com descoberta sob demanda em vez de carregar dezenas de schemas
- contexto compacto orientado à tarefa, preservando instrução, evidência recente e estado útil
- verificação seletiva: checks determinísticos primeiro; juiz de modelo só quando houver incerteza residual
- handoff limpo para Thesis 2 quando a tarefa deixa de ser rápida e passa a exigir profundidade
O que não está sendo anunciado
Melos 2 ainda está em desenvolvimento. Este artigo descreve direção e critérios, não um modelo já finalizado nem benchmarks que ainda não existem. O trabalho começa agora com avaliação de latência, qualidade curta, uso de ferramentas, coding leve e custo por tarefa concluída.
Como vamos medir progresso
- tempo até a primeira resposta útil, não apenas tokens por segundo
- taxa de tarefas resolvidas sem escalada desnecessária
- qualidade de tool use e recuperação quando uma ferramenta falha
- custo total por resultado aceito, incluindo reparos e verificações
Relação com Thesis 2
A intenção não é criar dois modelos disputando o mesmo lugar. Melos 2 deve resolver com eficiência o que já está dentro de sua fronteira confiável; Thesis 2 assume quando o trabalho exige pesquisa iterativa, arquitetura, verificação independente, execução longa ou refinamento visual e técnico mais caro.
Fast path precisa saber quando sair do caminho
Melos 2 não precisa vencer Thesis 2 em profundidade. Precisa reconhecer cedo quando uma tarefa deixou de ser barata: migração, auth, arquitetura, research mutável ou código com alto risco devem promover para uma rota mais profunda antes de gerar confiança falsa.
Métrica central: trabalho útil por segundo
Latência só vale se a resposta evita retrabalho. O objetivo do Melos 2 é maximizar trabalho útil por segundo: contexto menor, tool routing barato, output objetivo e verificação curta quando existe risco real.