Arquivos e anexos
Anexos entram como evidência para a tarefa e permanecem ligados à mensagem que os enviou.
Antes de enviar
- Confira nome e tipo do arquivo.
- Remova anexos que não pertencem ao pedido.
- Explique no texto o que deve ser feito com o material.
Depois
Arquivos gerados podem aparecer como artefatos com preview, nome e ação de abertura ou download.
Arquivo como fonte primária
Quando um arquivo é anexado, o conteúdo dele deve ter prioridade sobre suposições genéricas. A tarefa começa pela leitura do material real.
- Se algo não estiver no arquivo, isso deve ser dito explicitamente em vez de preencher a lacuna com uma hipótese silenciosa.
Como pensar esta área
Use Arquivos e anexos como uma referência de operação, não como uma tela isolada. A própria proposta da página é: Anexos entram como evidência para a tarefa e permanecem ligados à mensagem que os enviou. O ganho aparece quando isso se conecta ao que vem antes e ao que precisa acontecer depois.
Se o comportamento divergir do esperado, separe falha visual, falha de dados e falha de execução. O objetivo é descobrir em qual etapa de Arquivos e anexos o estado deixou de corresponder ao que a interface prometia.
No app principal, preserve continuidade entre conversa, projeto, arquivo e ação para que o usuário não precise reconstruir o contexto a cada tela.
- trate mensagens de erro como dados de diagnóstico, não como detalhe visual
- revise a saída no mesmo ambiente em que ela será usada
- confirme o estado antes de iniciar a próxima ação
Exemplo de uso
Comece por “Antes de enviar”, confirme o estado visível e avance para “Depois” apenas quando a etapa anterior estiver estável. Em Arquivos e anexos, pular contexto costuma gerar mais retrabalho do que velocidade.
Quando não usar
Imagine uma tarefa real em que Arquivos e anexos deixa de ser uma opção de menu e passa a decidir a qualidade da entrega. Faça uma primeira passagem curta, observe o retorno do sistema e só então aumente escopo, quantidade de arquivos ou duração da sessão.
Nem todo caso precisa da configuração mais avançada. Prefira o caminho mínimo que resolve o objetivo e aumente complexidade somente quando Arquivos e anexos realmente exigir mais contexto, controle ou verificação.
- confirme o estado antes de iniciar a próxima ação
- mantenha arquivos, sessão e contexto ligados ao mesmo objetivo
- trate mensagens de erro como dados de diagnóstico, não como detalhe visual
Verificação independente
Se o comportamento divergir do esperado, separe falha visual, falha de dados e falha de execução. O objetivo é descobrir em qual etapa de Arquivos e anexos o estado deixou de corresponder ao que a interface prometia.
Use Arquivos e anexos como uma referência de operação, não como uma tela isolada. A própria proposta da página é: Anexos entram como evidência para a tarefa e permanecem ligados à mensagem que os enviou. O ganho aparece quando isso se conecta ao que vem antes e ao que precisa acontecer depois.
Guia de verificação: Arquivos e anexos
Nesta página, a referência completa cobre seleção, drag-and-drop, miniaturas, limites e envio ao pipeline. O objetivo não é decorar nomes de controles; é entender entradas, estado, efeitos colaterais, falhas recuperáveis e a evidência que confirma a conclusão.
- confirme o estado inicial antes de executar a ação
- identifique quais dados ou arquivos a superfície realmente possui
- trate loading, vazio, erro, retry e reentrada como comportamento principal
- verifique o resultado no mesmo contrato que o usuário consegue observar
Casos de borda de Arquivos e anexos
A versão robusta desta função continua coerente quando a rede atrasa, a sessão muda, o conteúdo está vazio, o usuário repete a ação, o viewport encolhe ou uma dependência externa deixa de responder. Esses estados fazem parte da documentação porque também fazem parte do produto.