Artefatos no Code
Resultados gerados pelo fluxo de código podem aparecer como artefatos para abrir, revisar e exportar.
Quando usar um artefato
- Arquivo final que precisa ser entregue.
- HTML ou documento que se beneficia de preview.
- Pacote gerado que precisa ser baixado.
Nome e contexto
Use nomes claros para que o resultado continue reconhecível fora da conversa e mantenha a relação com a sessão que o produziu.
Entrega técnica reproduzível
Artefatos do Code devem permitir que outra pessoa inspecione o resultado: HTML, ZIP, relatório, imagem ou arquivo gerado.
- Nome, formato e conteúdo precisam corresponder ao que foi prometido na conversa.
Antes de começar
Imagine uma tarefa real em que Artefatos no Code deixa de ser uma opção de menu e passa a decidir a qualidade da entrega. Faça uma primeira passagem curta, observe o retorno do sistema e só então aumente escopo, quantidade de arquivos ou duração da sessão.
No Giorgio Code, isso também significa distinguir o que foi apenas proposto, o que foi escrito em arquivo e o que foi realmente executado ou verificado.
- trate mensagens de erro como dados de diagnóstico, não como detalhe visual
- revise a saída no mesmo ambiente em que ela será usada
- confirme o estado antes de iniciar a próxima ação
Sequência recomendada
Se o comportamento divergir do esperado, separe falha visual, falha de dados e falha de execução. O objetivo é descobrir em qual etapa de Artefatos no Code o estado deixou de corresponder ao que a interface prometia.
Use Artefatos no Code como uma referência de operação, não como uma tela isolada. A própria proposta da página é: Resultados gerados pelo fluxo de código podem aparecer como artefatos para abrir, revisar e exportar. O ganho aparece quando isso se conecta ao que vem antes e ao que precisa acontecer depois.
Decisões que mudam o resultado
Considere o fluxo concluído quando o resultado pode ser reaberto, revisado e entendido sem depender da memória de quem executou a tarefa. Isso é especialmente importante em Artefatos no Code, onde o contexto pode atravessar mais de uma etapa.
Comece por “Quando usar um artefato”, confirme o estado visível e avance para “Nome e contexto” apenas quando a etapa anterior estiver estável. Em Artefatos no Code, pular contexto costuma gerar mais retrabalho do que velocidade.
- confirme o estado antes de iniciar a próxima ação
- mantenha arquivos, sessão e contexto ligados ao mesmo objetivo
- trate mensagens de erro como dados de diagnóstico, não como detalhe visual
Como validar
Nem todo caso precisa da configuração mais avançada. Prefira o caminho mínimo que resolve o objetivo e aumente complexidade somente quando Artefatos no Code realmente exigir mais contexto, controle ou verificação.
Contrato desta superfície: Artefatos no Code
Nesta página, a referência completa cobre arquivos gerados, protocolo de paths, preview, download e handoff. O objetivo não é decorar nomes de controles; é entender entradas, estado, efeitos colaterais, falhas recuperáveis e a evidência que confirma a conclusão.
- confirme o estado inicial antes de executar a ação
- identifique quais dados ou arquivos a superfície realmente possui
- trate loading, vazio, erro, retry e reentrada como comportamento principal
- verifique o resultado no mesmo contrato que o usuário consegue observar
Casos de borda de Artefatos no Code
A versão robusta desta função continua coerente quando a rede atrasa, a sessão muda, o conteúdo está vazio, o usuário repete a ação, o viewport encolhe ou uma dependência externa deixa de responder. Esses estados fazem parte da documentação porque também fazem parte do produto.