Arquivos
O painel de arquivos serve para explorar a estrutura, abrir documentos e criar novos itens dentro do workspace.
Abrir e navegar
Use a árvore para localizar arquivos e abrir apenas o que importa para a tarefa atual. Manter o editor cheio de abas desnecessárias aumenta ruído.
Criar arquivos
Quando o workspace permite criação, use nomes coerentes com a estrutura existente e depois abra o novo arquivo para revisão.
Árvore de arquivos como evidência
A árvore de arquivos deve refletir o workspace real. Abrir, criar, mover e excluir arquivos precisa manter editor e contexto sincronizados.
- Antes de alterar código, confirme o arquivo correto e leia o trecho relevante em vez de adivinhar a estrutura.
Objetivo e contexto
Imagine uma tarefa real em que Arquivos deixa de ser uma opção de menu e passa a decidir a qualidade da entrega. Faça uma primeira passagem curta, observe o retorno do sistema e só então aumente escopo, quantidade de arquivos ou duração da sessão.
No Giorgio Code, isso também significa distinguir o que foi apenas proposto, o que foi escrito em arquivo e o que foi realmente executado ou verificado.
- confirme o estado antes de iniciar a próxima ação
- mantenha arquivos, sessão e contexto ligados ao mesmo objetivo
- trate mensagens de erro como dados de diagnóstico, não como detalhe visual
Ordem das ações
Se o comportamento divergir do esperado, separe falha visual, falha de dados e falha de execução. O objetivo é descobrir em qual etapa de Arquivos o estado deixou de corresponder ao que a interface prometia.
Use Arquivos como uma referência de operação, não como uma tela isolada. A própria proposta da página é: O painel de arquivos serve para explorar a estrutura, abrir documentos e criar novos itens dentro do workspace. O ganho aparece quando isso se conecta ao que vem antes e ao que precisa acontecer depois.
Casos de borda
Considere o fluxo concluído quando o resultado pode ser reaberto, revisado e entendido sem depender da memória de quem executou a tarefa. Isso é especialmente importante em Arquivos, onde o contexto pode atravessar mais de uma etapa.
Comece por “Abrir e navegar”, confirme o estado visível e avance para “Criar arquivos” apenas quando a etapa anterior estiver estável. Em Arquivos, pular contexto costuma gerar mais retrabalho do que velocidade.
- trate mensagens de erro como dados de diagnóstico, não como detalhe visual
- revise a saída no mesmo ambiente em que ela será usada
- confirme o estado antes de iniciar a próxima ação
Entrega sem surpresa
Nem todo caso precisa da configuração mais avançada. Prefira o caminho mínimo que resolve o objetivo e aumente complexidade somente quando Arquivos realmente exigir mais contexto, controle ou verificação.
Checklist de integração: Arquivos
Nesta página, a referência completa cobre árvore, leitura, escrita, caminhos seguros, diffs e estado sujo. O objetivo não é decorar nomes de controles; é entender entradas, estado, efeitos colaterais, falhas recuperáveis e a evidência que confirma a conclusão.
- confirme o estado inicial antes de executar a ação
- identifique quais dados ou arquivos a superfície realmente possui
- trate loading, vazio, erro, retry e reentrada como comportamento principal
- verifique o resultado no mesmo contrato que o usuário consegue observar
Casos de borda de Arquivos
A versão robusta desta função continua coerente quando a rede atrasa, a sessão muda, o conteúdo está vazio, o usuário repete a ação, o viewport encolhe ou uma dependência externa deixa de responder. Esses estados fazem parte da documentação porque também fazem parte do produto.