Uso no celular
O layout mobile reorganiza navegação, composer e painéis para telas estreitas e para o teclado virtual.
Sidebar como drawer
Em vez de ocupar largura fixa, a navegação principal abre sobre o conteúdo e fecha após a escolha.
Teclado virtual
O app usa a viewport visual quando disponível para evitar que campos e ações principais fiquem escondidos atrás do teclado.
Prioridade para a tarefa atual
No celular, espaço é o recurso mais escasso. Composer, leitura e ações essenciais precisam vir antes de painéis secundários.
- Evite controles que dependam de hover e garanta que imagens, previews e documentos caibam sem recorte acidental.
Como pensar esta área
Use Uso no celular como uma referência de operação, não como uma tela isolada. A própria proposta da página é: O layout mobile reorganiza navegação, composer e painéis para telas estreitas e para o teclado virtual. O ganho aparece quando isso se conecta ao que vem antes e ao que precisa acontecer depois.
Se o comportamento divergir do esperado, separe falha visual, falha de dados e falha de execução. O objetivo é descobrir em qual etapa de Uso no celular o estado deixou de corresponder ao que a interface prometia.
No app principal, preserve continuidade entre conversa, projeto, arquivo e ação para que o usuário não precise reconstruir o contexto a cada tela.
- trate mensagens de erro como dados de diagnóstico, não como detalhe visual
- revise a saída no mesmo ambiente em que ela será usada
- confirme o estado antes de iniciar a próxima ação
Exemplo de uso
Comece por “Sidebar como drawer”, confirme o estado visível e avance para “Teclado virtual” apenas quando a etapa anterior estiver estável. Em Uso no celular, pular contexto costuma gerar mais retrabalho do que velocidade.
Quando não usar
Imagine uma tarefa real em que Uso no celular deixa de ser uma opção de menu e passa a decidir a qualidade da entrega. Faça uma primeira passagem curta, observe o retorno do sistema e só então aumente escopo, quantidade de arquivos ou duração da sessão.
Nem todo caso precisa da configuração mais avançada. Prefira o caminho mínimo que resolve o objetivo e aumente complexidade somente quando Uso no celular realmente exigir mais contexto, controle ou verificação.
- confirme o estado antes de iniciar a próxima ação
- mantenha arquivos, sessão e contexto ligados ao mesmo objetivo
- trate mensagens de erro como dados de diagnóstico, não como detalhe visual
Verificação independente
Se o comportamento divergir do esperado, separe falha visual, falha de dados e falha de execução. O objetivo é descobrir em qual etapa de Uso no celular o estado deixou de corresponder ao que a interface prometia.
Use Uso no celular como uma referência de operação, não como uma tela isolada. A própria proposta da página é: O layout mobile reorganiza navegação, composer e painéis para telas estreitas e para o teclado virtual. O ganho aparece quando isso se conecta ao que vem antes e ao que precisa acontecer depois.
Contrato desta superfície: Uso no celular
Nesta página, a referência completa cobre viewport, teclado, safe-area, touch, overlays e composição compacta. O objetivo não é decorar nomes de controles; é entender entradas, estado, efeitos colaterais, falhas recuperáveis e a evidência que confirma a conclusão.
- confirme o estado inicial antes de executar a ação
- identifique quais dados ou arquivos a superfície realmente possui
- trate loading, vazio, erro, retry e reentrada como comportamento principal
- verifique o resultado no mesmo contrato que o usuário consegue observar
Casos de borda de Uso no celular
A versão robusta desta função continua coerente quando a rede atrasa, a sessão muda, o conteúdo está vazio, o usuário repete a ação, o viewport encolhe ou uma dependência externa deixa de responder. Esses estados fazem parte da documentação porque também fazem parte do produto.