Plugins
O catálogo de plugins reúne capacidades adicionais e mostra o que está disponível ou instalado.
Descobrir
Navegue pelas categorias e leia a descrição de cada item antes de instalar. O objetivo é entender que problema aquela extensão ajuda a resolver.
Estados
- Disponível para instalar.
- Instalado.
- Aguardando configuração quando o plugin exigir uma etapa adicional.
Capacidades com limites claros
Plugins ampliam o que o Giorgio pode fazer, mas cada capacidade continua sujeita ao contrato da ferramenta conectada.
- Use plugins quando eles realmente acrescentam uma ação ou fonte; evite encadear ferramentas só para tornar o fluxo mais complexo.
O que merece atenção
Use Plugins como uma referência de operação, não como uma tela isolada. A própria proposta da página é: O catálogo de plugins reúne capacidades adicionais e mostra o que está disponível ou instalado. O ganho aparece quando isso se conecta ao que vem antes e ao que precisa acontecer depois.
Se o comportamento divergir do esperado, separe falha visual, falha de dados e falha de execução. O objetivo é descobrir em qual etapa de Plugins o estado deixou de corresponder ao que a interface prometia.
No app principal, preserve continuidade entre conversa, projeto, arquivo e ação para que o usuário não precise reconstruir o contexto a cada tela.
Um fluxo que funciona
Comece por “Descobrir”, confirme o estado visível e avance para “Estados” apenas quando a etapa anterior estiver estável. Em Plugins, pular contexto costuma gerar mais retrabalho do que velocidade.
- confirme o estado antes de iniciar a próxima ação
- mantenha arquivos, sessão e contexto ligados ao mesmo objetivo
- trate mensagens de erro como dados de diagnóstico, não como detalhe visual
Quando mudar de estratégia
Imagine uma tarefa real em que Plugins deixa de ser uma opção de menu e passa a decidir a qualidade da entrega. Faça uma primeira passagem curta, observe o retorno do sistema e só então aumente escopo, quantidade de arquivos ou duração da sessão.
Nem todo caso precisa da configuração mais avançada. Prefira o caminho mínimo que resolve o objetivo e aumente complexidade somente quando Plugins realmente exigir mais contexto, controle ou verificação.
Sinais de que terminou
Se o comportamento divergir do esperado, separe falha visual, falha de dados e falha de execução. O objetivo é descobrir em qual etapa de Plugins o estado deixou de corresponder ao que a interface prometia.
Use Plugins como uma referência de operação, não como uma tela isolada. A própria proposta da página é: O catálogo de plugins reúne capacidades adicionais e mostra o que está disponível ou instalado. O ganho aparece quando isso se conecta ao que vem antes e ao que precisa acontecer depois.
- trate mensagens de erro como dados de diagnóstico, não como detalhe visual
- revise a saída no mesmo ambiente em que ela será usada
- confirme o estado antes de iniciar a próxima ação
Detalhes que evitam regressão: Plugins
Nesta página, a referência completa cobre descoberta, capacidade, permissão, execução real e resultado observável. O objetivo não é decorar nomes de controles; é entender entradas, estado, efeitos colaterais, falhas recuperáveis e a evidência que confirma a conclusão.
- confirme o estado inicial antes de executar a ação
- identifique quais dados ou arquivos a superfície realmente possui
- trate loading, vazio, erro, retry e reentrada como comportamento principal
- verifique o resultado no mesmo contrato que o usuário consegue observar
Casos de borda de Plugins
A versão robusta desta função continua coerente quando a rede atrasa, a sessão muda, o conteúdo está vazio, o usuário repete a ação, o viewport encolhe ou uma dependência externa deixa de responder. Esses estados fazem parte da documentação porque também fazem parte do produto.